O anúncio de mais bolsas de permanência estudantil é uma boa notícia, mas não deveria depender de reajustes orçamentários pontuais para acontecer. Para muitos estudantes, a diferença entre concluir ou trancar o curso está diretamente ligada ao acesso a esse tipo de apoio.
É hora de a universidade discutir, com a participação ativa do corpo estudantil, uma política de assistência estudantil mais estável e previsível a longo prazo — que não fique sujeita apenas à disponibilidade orçamentária de cada semestre.
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